Reciclagem IRATA

Oque faço se concluir meu  curso  e não exercer ? ?

Essa é uma das muitas perguntas que recebemos todos os dias, então vim esclarecer esse assunto para vocês.

Se os Profissionais de acesso por corda não usarem técnicas de acesso por cordas por um período maior que 6 meses , devem  avaliar as suas competências antes do início de funções operacionais. Cursos de reciclagem em técnicas específicas podem ser necessários e a quantidade de supervisão operacional necessária pode ter de ser ajustada, dependendo do resultado da Avaliação de risco.

Se os Técnicos de acesso por corda não trabalharem ou usarem métodos de acesso por cordas durante um período superior a seis meses, são obrigados a passar por cursos de reciclagem. Esta Reciclagem deve ser apropriado para cada indivíduo e deve ser registado no seu Log book. Re-Treinamento:

a) deve ser realizado por um Técnico de acesso por corda Nível 3;

b) não deve ser realizado durante tarefas operacionais;

c) pode envolver a necessidade de passar por um treinamento integral.

 

Se você estiver com alguma duvida em relação ao curso IRATA deixa nos comentários 😉

 

 

 

Guia rápido: Passagem para nivel 2 ou 3 IRATA

Passagem para nível 2 ou 3  IRATA

Os candidatos que pretendem passar para um nível superior devem ter experiencia em todas as exigências praticas e teóricas do seu nível atual antes da frequência deste tipo de qualificação, por exemplo um nível 1 que deseja a qualificação nível 2, deverá ser capaz de realizar todas técnicas de nível 1 e responder questões de teoria nível 1, antes do inicio de um treinamento de nível 2.
Os candidatos que não sejam competentes no seu nível atual podem requerer treinamento adicional. Como há tão pouco tempo disponível em cursos de atualização para cursos de renovação, recomenda-se uma pré-Avaliação para verificar o nível atual de competência dos candidatos.

Os candidatos que pretendem passar de nível devem assegurar que:

– A sua certificação IRATA atual ainda é valida no dia da avaliação;
– Têm os necessário de experiencia e horas de trabalho comprovada através do documento de registro de acesso por corda ( log book ) preenchido e assinado por um nível 3.

  •       Nível 2  Ensino fundamental completo

Possuir experiencia superior a 24 meses e 100 horas, desde sua primeira certificação de nível 1 assinada por um profissional     nível 3.

  •   Nível 2 Ensino médio completo

Possuir experiência superior a 12 meses e 1000 horas, desde sua primeira certificação do nivel 1 assinada por um profissional     nivel 3.

  •  Nível  3 Ensino médio completo

Possuir experiencia superior a 30 meses e 2500 horas, desde sua primeira certificação do nível 2 assinadas pelo empregador.

 

Os profissionais de acesso por corda que se encontram a revalidar a sua certificação devem mostrar os seus log books originais á empresa membro IRATA no início do treinamento e portar durante a avaliação de qualificações. Quando os profissionais de acesso perdem seus log books, devem pedir a sua substituição a fim de ser emitido um novo, concluído e verificado antes da avaliação.

 

fonte: TACS

 

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Petzl AVAO BOD CROLL FAST . Conforto em qualquer posição, confira!

Hoje vim trazer para vocês um dos melhores cintos para atividade em acesso por corda o AVAO BOD CROLL FAST – PETZL.

 

Estes cintos estão concebidos para tec. em acesso por corda: permitem proteger-se contra quedas, posicionar-se no posto de trabalho e sobretudo facilitar a subida em corda e trabalhar confortavelmente  em suspensão.

O Cinto

Petzl AVAO BOD CROLL FAST versão internacional

Cinto confortável para acesso por corda

Com o seu bloqueador ventral CROLL, o cinto AVAO BOD CROLL FAST foi concebido para favorecer o conforto durante a subida em corda. A construção dorsal, em forma de X, é

ultra-envolvente para limitar os pontos de tensão durante suspensões prolongadas. O into facilita igualmente o transporte e organização das ferramentas de trabalho com vários porta-materiais e passadores para instalar porta-ferramentas CARITOOL e bolsas porta-ferramentas   TOOLBAG.

O cinto AVAO BOD CROLL FAST dispõe duma arquitetura específica que permite ao utilizador manter-se mais tempo suspenso no caso de queda no ponto dorsal. Integra um indicador de queda no ponto de fixação dorsal e está certificado conforme as normas norte-americanas e europeias.. Veja estes detalhes a baixo! 😉

 

Concebido para subidas em corda

Bloqueador  ventral  CROLL  integrado O conector de ligação alças-cinto está equipado com uma barra que impede que rode.

 

Conforto

 

Alças acolchoadas

As alças em espuma são mantidas afastadas do contorno do pescoço para reduzir o eventual atrito.

 

 

 

 

Cintura e perneiras semi-rígidas e largas.  A  cintura e as perneiras dos cintos AVAO são semi-rígidos e largos para limitar os pontos de tensão e assegurar um suporte eficaz. Estas duas zonas são pré-formadas e duplas com espuma almofadada respirável para um contacto mais agradável e um bom arejamento.

Esta construção facilita também a colocação do cinto.

 

 

 

 

Ergonomia

 

Organização optimizada das ferramentas de trabalho

Os cintos AVAO estão equipados com  seis porta-material dispostos dos lados e atrás no cinto. São pré-formados para facilitar a conexão de mosquetões. Cada cinto dispõe igualmente de passadores destinados ao porta-ferramentas CARITOOL e à bolsa porta-ferramentas TOOLBAG.

 

 

 

 

Disponível com fivelas FAST ao nível das perneiras

Para facilitar o vestir do cinto, com os pés no solo ou com calçado grande, os

cintos AVAO estão disponíveis com fivelas automáticas FAST ao nível das perneiras.

Ajustadas uma vez por todas, as fivelas

abrem-se e fecham-se simples e rapidamente: Veste-se o cinto sem ter de reajustar todas as fivelas.

 

 

  • Para uma utilização ultra-confortável

 

 

Cinto completo AVAO BOD CROLL FAST está dotado de dois pontos de fixação que permite fixar um assento PODIUM, para maior conforto em suspensão. A sua construção dorsal, em forma de X, está concebida para envolver ao máximo o utilizador. Esta arquitetura permite repartir os esforços de forma optimizada, afim de garantir um excelente conforto de utilização durante as suspensões prolongadas.

 

Também está equipado com um ponto de fixação dorsal para conectar um sistema de travamento de quedas. Em caso de queda, o peso do utilizador é automaticamente distribuído pelas perneiras para limitar os pontos de tensão. O utilizador pode por isso ficar mais tempo em suspensão à espera de resgate.

 

 

 

Fonte- PETZL

 

Eai gostou? comente a baixo nos dando uma sugestão de bons equipamentos para trabalho em altura e compartilhe este poste com seus amigos 😉

 

Como fazer uma inspeção detalhada dos equipamentos de acesso por corda. Confira!

É recomendado que uma inspeção detalhada dos equipamentos de acesso por corda seja registrada.

A inspeção detalhada e as informações registradas devem levar em consideração as recomendações do fabricante e o ambiente de trabalho.  A documentação devem ser mantida por pelo menos dois anos, ou mais, caso seja exigido pela legislação local. Estes registro devem incluir ao menos o seguinte:

  • O nome e endereço do empregador para a qual inspeção detalhada foi realizada;
  • O endereço das instalações nas quais a inspeção detalhada foi realizada;
  • Informações que sejam suficiente para identificar o equipamento (ex: um número de série), incluindo sua data de fabricação, quando esta for conhecida.

As seguintes datas:

  • Primeiro uso;
  • Ultima inspeção detalhada;
  • A data mais recente para a próxima inspeção detalhada;

De acordo as indicações feitas no equipamento e/ou informações fornecidas pelo fabricante, a carga nominal máxima ( e minima, quando adequado) ou sua carga segura de trabalho ou limite de carga de trabalho ou equivalentes, levando em consideração as configurações nas quais o equipamento possa vir a ser utilizado, que também pode ser aceitáveis por parte do fabricante;

Caso seja a primeira inspeção detalhada:

  • Especificar que esta é a primeira inspeção detalhada;
  • Declarar que o equipamento funciona corretamente e é seguro para a utilização;

Caso não seja a primeira inspeção detalhada:

  • Que ocorra dentro de  um intervalo de 06 meses;
  • Esteja de acordo com intervalos definidos por um programa de inspeções elaborado por uma pessoa competente e seguindo as orientações do fabricante;
  • Após utilização em um ambiente com condições severas;
  • Após a ocorrência de circunstâncias excepcionais passíveis de comprometer a segurança do equipamento;
  • Declarar que  equipamento funciona corretamente e é seguro para a utilização;

Em relação a cada inspeção detalhada, com referencia aos relatórios de inspeção detalhada anteriores:

  • A identificação de qualquer peça defeituosa que seja ou possa se tornar um risco para as pessoas;
  • Detalhes de qualquer reparo, renovação ou alteração necessária para solucionar um efeito que representa um risco para pessoas;
  • Em caso de defeito que ainda não representa um risco, mas pode vir a se tornar um risco para pessoas;
  • Instruções para técnicos e supervisores de acesso por corda para monitorar o defeito de perto durante a verificação prévia ao uso;
  • A data mais recente para a próxima inspeção detalhada( No caso de um equipamento que possui um defeito que ainda não representa, mas pode vir a se tornar um risco, as inspeções detalhadas podem ser mais frequentes do que o normal);
  • Onde a inspeção detalhada incluir testes, os detalhes de qualquer teste:
  • Data da inspeção detalhada;

O nome, endereço e competência (ex: ter participado e recebido aprovação em um curso de treinamento do fabricante) da pessoa que elaborou o relatório; se esta pessoa é autônoma ou, caso seja empregada, o nome e endereço do empregador.

O nome e endereço da pessoa que assinou e autenticou o relatório em favor do seu autor;

A data do relatório.

 

 

 

Fonte: IRATA.org

 

Instalação de ancoragem. Saiba como!

O sistema de ancoragem é a importância primária no sistema de acesso por corda e deve ser indubitavelmente seguro.

A força máxima de impacto admissível ao usuário em caso de queda não deve ultrapassar de 6 KN; portanto, a força estática de todas as ancoras, com exceção das ancoras de desvio e ancoras fixadas simplesmente para manter a posição dos cabos de ancoragens devem ser de pelo menos 15 KN. As ancoras de desvio e as ancoras fixadas simplesmente ara manter a posição dos cabos de ancoragem podem ter força estática menor do que isso, mas devem ser suficientes para a carga que pode ser aplicada.

Instalação de ancoragem

Equalização de amarrações com a corda.

Para aumentar a segurança esses pontos de ancoragens  devem ser interligados como na figura a baixo;

Sendo que o angulo ideal é ate 90 graus e o máximo aceitável é 120 graus.

Nó orelha de coelho ( para equalizar a amarração)

 

Se caso houver corda danificada e a mesma,  for identificada no momento em que estiver suspenso, deve-se aplicar um nó borboleta, para isolar a área danificada da corda e garantir a segurança. Caso seja identificado antes de começar as atividades recomenda-se que  a corda seja substituída.

 

Nó de pescador para o final da corda.

Deve-se observar a importância do nó para o final da corda,  deve ser aplicado com no mínimo  trinta centímetros a cima do final da corda, dessa forma evita-se que o técnico dessa livremente ao final  da corda.

 

Quando em uso, é necessário tomar as precauções adequadas para prevenir danos aos cabos de ancoragem. Sempre que possível, os cabos de ancoragem devem ser organizados de forma que eles pairem livremente, como sistema de desvio ou reancoragem e de modo a evitar que corram sobre bordas abrasivas ou cortantes, ou ainda superfícies quentes. Quando isto não for possível, é essencial que os cabos de ancoragem sejam adequadamente protegidos, por exemplo, pelo uso de roletes, acolchoamento das bordas ou outros tipos de protetores de corda.

Obs:o conteúdo fornecido não substitui um treinamento teórico e prático de acordo NBR15475.
Quer ver mais posts como este? deixe um comentário a baixo e nos diga o que você quer  saber!
compartilhe e leve conhecimento aos seu amigos 😉

 

 

Você conhece os limites de utilização e compatibilidade dos equipamentos? Confira!

Limite de utilização e compatibilidade  de equipamento

O equipamento projetado especificamente para a restrição de trabalho não deve ser utilizado como equipamento para posicionamento de trabalho ou proteção contra queda.

O equipamento projetado especificamente para o posicionamento de trabalho não deve ser utilizado como equipamento para proteção contra queda. Alguns  equipamentos são projetados para permitir a ligação ou conexão de outros componentes afim de alcançar as exigências de uma categoria de trabalho diferente daquela para qual ele foi inicialmente projetado.

Os compradores devem assegurar-se de que os componentes em qualquer sistemas são compatíveis e que a função de segurança de qualquer componente não interfira com a função de segurança de outro.

O equipamento só deve ser utilizado de acordo com as informações fornecidas pelo fabricante.

O equipamento escolhido deve ser capaz de suportar quaisquer cargas ou forças que sejam exercidas no mesmo, alem de uma margem de segurança adicional  adequada, e o sistema de acesso por corda em si deve ser projetado para minimizar cargas em potencial que são exercidas sobre ele. O sistema de acesso por corda geralmente deve ser projetado para evitar uma queda.

Nenhum item do equipamento de acesso por corda deve ser capaz de ser removido acidentalmente, desalojado ou se soltar dos cabos de ancoragem durante o seu uso.

Escolha do Equipamento

Durante a escolha de equipamento para uma finalidade em particular, os fatores de  enfraquecimento, como  perda de força nos nós, devem ser levados em conta.

Os técnicos em acesso por cordas devem ter  a ciência que as condições climáticas podem afetar o desempenho de alguns equipamentos ou combinações destes. A umidade, por exemplo, pode alterar (reduzir) a fricção fornecida entre o dispositivo de descida e o cabo de ancoragem, alterando assim o desempenho. Isto também é aplicável para alguns dispositivos de subida. Condições de baixa temperatura  também podem  afetar o desempenho. (ex: cabos de ancoragens gelados podem afetar a aderência  dos dispositivos de cabo de ancoragem). Cabos de ancoragem podem exibir maiores características de prolongamento do que cabos secos, e quando molhados, cabos de ancoragens em poliamida tendem a ser menos resistentes a abrasão. Em condições de muito frio, a força de alguns metais é afetada. Os técnicos em acesso por corda devem verificar as informações fornecidas pelo fabricante a fim de determinar as condições operacionais aceitáveis.

Recomenda-se que os compradores verifiquem, junto aos fornecedores do equipamento, se os equipamentos fabricados á partir de fibra feitas pelo homem (ex: poliamida, polietileno, polipropileno, aramida ) possuem proteção contra luz ultravioleta (UV). A maioria dos padrões não possui exigências para resistência a degradação UV,  então é de responsabilidade do comprador encontrar tal informação. Os raios UV são emitidos pela luz solar, luz fluorescente e todos os tipos de soldas elétricas . A maioria normal de garantir proteção é por meio da inclusão de inibidores UV no estágio de produção da fibra, mas existem outras possibilidades, como o tipo e cor de qualquer tinta utilizada ou a utilização de revestimento protetor.

 

Fonte: Irata.org

Acesso por cordas. Você está apto para esta profissão? Confira!

O trabalho em altura exige que o individuo tenha atitude, aptidão, capacidade física e treinamento adequado.  Portanto, alguma forma de exame é necessária para avaliar adequadamente todos os possíveis candidatos.

É importante que sempre se possa contar com um comportamento sensato e responsável por parte dos técnicos.  Os técnicos em acesso por cordas devem ser suficientemente saudáveis e livres de qualquer deficiência que possa impedi-los de trabalhar com segurança em altura.

Contra indicações incluem:

  • Doença cardíaca/dores no peito;
  • Pressão sanguínea alta ou baixa;
  • Epilepsia, convulsão, perda de consciência;
  • Medo de altura/vertigem;
  • Tontura/problemas com equilíbrio;
  • Deficiência funcional dos membros;
  • Dependência de álcool ou drogas;
  • Enfermidade psiquiátrica;
  • Obesidade;
  • Diabetes.

 

É de responsabilidade dos trainees ou de seus empregadores garantir que ele esteja em condições físicas e médicas para realizar o treinamento em acesso por corda.

Os Funcionários tem como responsabilidade com seus empregadores e seus próprios colegas de trabalho notificar quais quer mudanças em sua condição medica ou física que possa vir a afetar o seu trabalho. Isto inclui os efeitos de álcool ou drogas.

Aos técnicos em acesso por corda devem ser dada a oportunidade de não trabalhar em altura caso eles não estejam se sentindo apto para realizar  tal tarefa.

 

Experiencia, atitude e aptidão

Todas as pessoas que trabalham em altura precisam ter pelo menos formação elementar em relação aos diferentes métodos de proteção contra queda( ex: proteção contra queda, restrição de trabalho, sistema com redes de segurança, bolsas infláveis, plataformas de trabalho elevatórias moveis) alem das metodologias necessárias para o acesso por corda.

A avaliação para saber se uma pessoa se adapta ao trabalho de acesso por corda exige que se leve em consideração sua experiencia previa de trabalho. As referencias devem ser recolhidas a fim de verificar a experiencia e os níveis de competência. Os empregadores devem levar em consideração a experiencia comercial e as atividades relevantes, para garantir a utilização de ferramentas e equipamentos.

Os empregadores devem procuram assegurar que os técnicos em acesso por cordas, incluindo os trainees, alem da sua qualificação IRATA Internacional e/ ou IRATA Brasil, tenham também atitude e aptidão adequadas essas incluem:

  • Uma mente apta para trabalho em altura
  • Habilidade natural ou em potencial para o trabalho com acesso por corda;
  • A habilidade de trabalhar em equipe;
  • Uma atitude responsável em relação a segurança;
  • Um desejo de aperfeiçoar suas habilidades;
  • Um padrão de comportamento profissional.

 

Eai, esta preparado para uma das profissões mais cresce no país? comente o que você achou e compartilhe com seu amigos!  🙂

Como preencher suas experiencias de trabalho no seu log book

O objetivo do Log book  é manter registro de experiencias de trabalho e formação do técnico, incluindo as horas totais envolvidas em acesso por cordas, o tipo e variedade de trabalhos realizados´e quando form realizados.Os técnicos de acesso por corda que desejam atualizar para o nível 2 ou 3 não podem ser considerados para avaliação em uma correta manutenção e atualização do respectivo Log book.

 

Como preencher suas experiencias de trabalho no seu log book

 

Data, o Trabalho deve ser registrado no log book , nunca deixe passar mais de duas semanas. Sempre que os tecnicos de acesso por corda trabalharem em mais de uma atividade num só dia, as tarefas devem ser registradas separadamente, caso não sejam similares.

Entidade empregadora, deve ser registrado o nome da empresa em que o técnico está a realizar o trabalho.

Detalhes da tarefa a ser realizada, tanto a natureza do trabalho e os métodos de acesso utilizados devem ser descritos, por exemplo:

  • Limpeza de janelas: descida em corda; montagem da base;
  • Instalação de redes anti-queda: escalada com assistência: amarração recuperável;
  • Inspeção de estruturas de aço: subida e descida em corda; escalada artificial; linhas esticadas.

Local, os técnicos de acesso por corda devem descrever brevemente o tipo de estruturam em que trabalham, como por exemplo:

  • Offshore plataforma XYZ, Mar do norte
  • Armazém com estruturas de aço, Londres
  • Pilha de descida; plataforma de petróleo, Mar do norte

Horas de trabalho

 Deve constar um reflexo preciso do tempo gasto diretamente em atividades de acesso por cordas a serem registradas. Alem do tempo passado na tarefa principal referido em detalhes da terefa a ser realizada, pode ser incluído o tempo gasto em montagens e em montagem de ancoragem, inspeção de equipamentos em acesso por corda  e com a caixa de ferramenta.

Não inclui o tempo gasto em outras atividades, como pausa para refeições, tempo a espera de autorização ou devido ao mau tempo. por esta razão as horas registradas são normalmente menos o que as que são pagas ou registradas no quadro de horários.

Altura máxima trabalhada, deve constar um registro preciso da altura máxima em que foi efetuado o trabalho em altura.

Assinatura do supervisor, todos os registros do log book devem ser assinados pelo técnico de supervisão e acesso por corda nível 3 que deve registrar seu nome (em letra de imprensa) assinar e incluir o número único de IRATA.

Total de horas para esta página, o total de horas nessa página deveram ser somadas e registradas.

Total de horas trabalhadas, horas transitadas da pagina anterior deverão ser adicionadas, veja o exemplo experiencia-de-trabalho

 

 

fonte: irata.org

Bombeiro Profissional Civil e Benefícios aos Associados.

O que significa ser Bombeiro Profissional Civil?

 

Muitos citarão a lei federal 11.901 artigo 2: Aquele que habilitado nos termos desta lei, exerça, em caráter habitual, função remunerada e exclusiva de prevenção e combate a incêndio, como empregado contratado diretamente por empresas privadas ou públicas, sociedade de economia mista, ou empresas especializadas em prestação de serviços de prevenção e combate a incêndio.

Outros citarão a NBR 14.608 no artigo 3.2: Pessoa treinada e capacitada que presta serviços de prevenção e atendimento a emergência, atuando na proteção da vida, do meio ambiente e do patrimônio.

Outros citarão a CBO 5171: Previnem situações de risco e executam salvamentos terrestres, aquáticos e em altura, protegendo pessoas e patrimônios de incêndios, explosões, vazamentos, afogamentos ou qualquer outra situação de emergência, com o objetivo de salvar e resgatar vidas; prestam primeiros socorros, verificando o estado da vítima para realizar o procedimento adequado; realizam cursos e campanhas educativas, formando e treinando equipes, brigadas e corpo voluntário de emergência.

Mas o que é ser Bombeiro Profissional Civil para você?

Em leitura vi uma frase que falava o seguinte: Você não é sábio pelo conhecimento que tem, e sim, pelo que você faz com ele.

Hoje, paro e penso, o que é ser Bombeiro Profissional Civil?

Estudar, prevenir, qualificar, trabalhar ser voluntário, salvar vidas?

Para mim ser Bombeiro Profissional Civil é doar o que você  tanto almejou, lutou, sacrificou, estudou em prol de algo muito maior: A vida!

Palavras de Marcos santos presidente da Associação baiana de bombeiros profissionais civis.

 

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ABBPC ou Associação baiana de bombeiros profissionais civis, surgiu com intuito de unir os Bombeiros Profissionais Civis. é uma instituição nova, com pessoas com objetivo de ajudar classe a qual se encontra sem nenhuma expectativa de melhora.

Benefícios aos associados:

A Associação Baiana de Bombeiros Profissionais Civis tem como objetivos:
* Unir a classe.
* Educar de acordo com as normas.
* Ofertar descontos em escolas, cursos e lojas que oferecem algo relacionado a profissão.
* Trazer projetos como:
– Capacitação
– Serviço Social
– Orientação
– Lazer
– Grupos de estudos
– Apoio Jurídico e Psicológico

Cadastre-se
E-mail para cadastro:
abbpcdiretoria@outlook.com

A High Service Training empresa associada a IRATA Brasil e Internacional, oferece aos associados da ABBPC  descontos exclusivos para formação de técnicos em acesso por cordas com reconhecimento no brasil e mais 83 países.

Associe-se e obtenha descontos 😉

6 Tipos de nós mais utilizados no acesso por cordas

Os nós são tipicamente utilizados para formar terminações em cabos de ancoragem têxteis e existem muitos nós que são adequados  para o uso de acesso por corda. Embora o nó reduz a força geral de uma corda( o que pode ser levado em consideração durante a escolha de uma corda), um beneficio é que eles absorvem energia. Alguns nós absorvem mais energia que outros.

É essencial que os técnicos em acesso por cordas possam ser capazes de amarrar, preparar e fixar corretamente uma gama dos nós mais utilizados e ter a confiança de que eles serão capazes de amarrá-los enquanto estiverem em circunstancia difíceis. No local de trabalho, os nós só devem ser amarrados por pessoas com um conhecimento meticuloso sobre o nó e técnica de amarração de nó.

Durante a escolha de um nó adequado, os técnicos em acesso por cordas devem levar em conta o seguinte:

1-suas próprias habilidades na amarração daquele nó em particular;

2-a adequabilidade do nó para a tarefa e aforma prevista na qual o mesmo será carregado, incluindo forças potenciais contempladas;

3-a redução de força no cabo de ancoragem, dispositivos passador ou passadeira de ancoragem que o nó cria;

4-a facilidade com qual o nó pode ser amarrado ou desamarrado;

5-quando necessário  a capacidade do nó em passar através ou por obstruções em potencial (ex:polias).

 

6 Tipos de nós mais utilizados no acesso por cordas.

1-Oito duplo

 2-Oito guiado

3-Nove

4- Borboleta alpina

5-Orelha de coelho

6-Nó de pescador

O oito duplo e oito guiado, são utilizados na confecção de cals stails

O oito duplo também tem grande utilidade em ancoragens rápidas( em que o técnico não pretende ficar muito tempo suspenso).

 Já o  nove, borboleta alpina e orelha de coelho, são utilizados para ancoragens equalizadas e o nó de pescador, utilizados no final da corda. 

 

Clique aqui e aprenda como fazer nós!

Qual o nó que você mais utiliza? deixe nos comentários.

 

 

 

 

 

fonte; irata.org